Fies 2017: lista de aprovados já está disponível

Selecionados têm até dia 20 para concluir a inscrição no SisFies; quem não foi chamado está automaticamente na lista de espera

O Ministério da Educação (MEC) divulgou na tarde desta segunda-feira, a lista dos pré-selecionados na chamada regular do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), no site do programa. O Fies oferece financiamento de cursos de graduação em instituições privadas a uma taxa efetiva de juros de 6,5% ao ano. Os selecionados devem concluir a inscrição no Sistema Informatizado do Fies (SisFies) a partir desta terça, até o dia 20. Quem não foi chamado está automaticamente na lista de espera e tem até 3 de março para concluir a inscrição.

Nesta edição, 555.935 estudantes concorreram a 150 mil vagas. Entre os requisitos, eles devem comprovar renda bruta mensal de até três salários mínimos por pessoa da família. Além disso, é preciso ter participado de alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtido uma nota mínima de 450 pontos nas provas de conhecimentos do exame e nota superior a zero na redação.

No cadastro no SisFies, os aprovados escolhem a instituição bancária (Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal), assim como a agência de sua preferência. Em seguida, devem validar suas informações em sua instituição de ensino, em até dez dias a partir da conclusão da sua inscrição. E, a partir do terceiro dia útil imediatamente subsequente à data da validação da inscrição pela faculdade, o aluno e, se for o caso, seus fiadores precisam comparecer ao banco em dez dias e formalizar a contratação do financiamento.

Quem é bolsista parcial do Programa Universidade para Todos (Prouni) também pode usar o Fies para custear os outros 50% da mensalidade, sem a necessidade de apresentação de fiador na contratação do financiamento. Aqueles que já tem acesso ao Fies, devem fazer o aditamento do contrato para o segundo semestre até o dia 30 de abril, no site do programa.

Atualmente, o programa atende 1,5 milhão de alunos e dá prioridade aos cursos de engenharias, formação de professores e áreas de saúde. Neste semestre, o governo reduziu o teto mensal, que passou de 7.000 mil para 5.000 mil reais.