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A perseguição aos cristãos na China

China marcou 70 pontos na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020, subindo para a posição 23, enquanto no ano anterior estava em 27° lugar, com 65 pontos. A pontuação de violência permaneceu praticamente inalterada já que a China marcou o máximo para prédios de igreja confiscados e destruídos.

Os pontos para pressão nas esferas aumentaram na vida privada e comunidade, refletindo uma ênfase muito mais forte na ideologia comunista e que cidadãos são usados e pagos para fornecer informações sobre cristãos e outras minorias.

A ênfase na ideologia e na ampla meta de preservar as regras do Partido Comunista reflete no contínuo crescimento da pontuação nas esferas da nação e igreja, onde é visível o reflexo da implementação muito rígida da regulamentação religiosa, que começou em 1 de fevereiro de 2018. Cristãos estão testemunhando muito mais problemas com as autoridades e essa pressão é sentida especialmente na esfera da igreja.

A pontuação média para pressão aos cristãos na China subiu de 11 para 11,9. As pontuações para pressão subiram em todas as esferas da vida, mostrando que a implementação das novas regulamentações na religião se estendeu sobre todas as províncias agora e são implementadas de acordo com a vontade do Partido Comunista, que é o principal implementador, não o governo.

O ambiente legal e administrativo se tornaram mais difíceis, não apenas pelas chamadas igrejas domésticas, mas também por igrejas que pertencem ao Movimento Patriótico das Três Autonomias. A pressão para entrar na linha da ideologia prevalecente de louvar as conquistas do Partido Comunista tem se tornado muito mais forte e representa, sem dúvidas, um dos maiores riscos para cristãos, a longo prazo.

Governo tem planos de “contextualizar” a Bíblia para que se adeque à cultura chinesa

Após a aplicação de novos regulamentos sobre assuntos religiosos, em março de 2018, milhões de chineses que seguem o cristianismo vêm sendo perseguidos. O governo chinês está reprimindo cristãos e outras minorias religiosas em nome do comunismo.

Uma reportagem do Christian Post mostra que a lealdade à ideologia do presidente Xi Jinping vem aumentando nos últimos anos. Existem planos para “contextualizar” a Bíblia para se adequar à cultura chinesa.

Após a aplicação de novos regulamentos sobre assuntos religiosos, em março de 2018, milhões de chineses que seguem o cristianismo vêm sendo perseguidos. O governo chinês está reprimindo cristãos e outras minorias religiosas em nome do comunismo.

Uma reportagem do Christian Post mostra que a lealdade à ideologia do presidente Xi Jinping vem aumentando nos últimos anos. Existem planos para “contextualizar” a Bíblia para se adequar à cultura chinesa.

Igrejas já foram instruídas a erguer a bandeira chinesa no lugar da cruz e a cantar o hino nacional antes dos cultos. “O aumento na perseguição de grupos religiosos na China, particularmente os cristãos e os muçulmanos uigures, é preocupante”, disse Zoe Smith uma das advogadas da Portas Abertas.

Igrejas influentes estão arcando com o impacto dos regulamentos revisados, particularmente nas províncias de Henan e Zhejiang, onde há grandes redes de igrejas domésticas.

Relatórios da Portas Abertas sobre a China apontam que os proprietários estão sendo pressionados pelas autoridades locais para rescindir contratos de aluguel com igrejas. Alguns estão sendo multados em quantias absurdas por pequenos delitos, como equipamentos inadequados contra incêndio.
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Pastores vêm sendo assediados pelas autoridades e a evangelização no país está se tornando cada vez mais difícil. Igrejas são invadidas, Bíblias e materiais cristãos são confiscados e púlpitos destruídos. Neste ano, o número de igrejas e prédios cristãos atacados passou de 10 para 171.

Como forma de impedir o crescimento de uma nova geração de cristãos, as escolas bíblicas para crianças e grupos de jovens estão sendo proibidos. Igrejas foram ordenadas a colocar placas em suas entradas proibindo a participação de menores de 18 anos nos cultos. Apesar disso, o número de cristãos no país não apresentou queda.

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